No final do século XIX, o geógrafo alemão Richthofen nomeou "a estrada de transporte das Regiões Ocidentais entre a China e a Ásia Central e entre a China e a Índia de 114 a.C. a 127 d.C., com o comércio de seda como meio" em seu livro China. Este termo foi logo aceito pela comunidade acadêmica e pelo público, e foi formalmente aplicado. Mais tarde, o historiador alemão Holman publicou a Antiga Rota da Seda entre a China e a Síria no início do século XX, de acordo com os dados arqueológicos recém-descobertos, estendendo ainda mais a Rota da Seda até a costa oeste do Mar Mediterrâneo e da Ásia Menor, determinando a conotação básica da Rota da Seda, ou seja, é o antigo canal de comunicação comercial terrestre chinês através da Ásia Central para o sul da Ásia, Ásia Ocidental e Europa, Norte da África.
A tradicional Rota da Seda estende-se por 6.440 quilômetros da antiga capital chinesa Chang'an até o Mar Mediterrâneo, passando por países da Ásia Central, Afeganistão, Irã, Iraque e Síria, e termina em Roma. Acredita-se que a estrada tenha sido a interseção das antigas civilizações oriental e ocidental que conectava o continente euroasiático, e a seda é a carga mais representativa. Por milhares de anos, nômades ou tribos, comerciantes, religiosos, diplomatas, soldados e exploradores acadêmicos se moveram ao longo da Rota da Seda.